Temer culpa Sérgio Moro por ação dos procuradores em espetacularização de sua prisão
Temer culpa Moro por espetacularização em torno de sua prisão

Amargurado, Temer culpa Moro por ‘espetacularização’ de sua prisão

Conforme divulgado pela revista Veja, o ex-presidente Michel Temer ainda está amargurado e indignado com a ação da PF em prendê-lo. O emedebista foi levado por agentes e ficou por pouco tempo preso após investigações da Operação Lava Jato. Contudo, Temer afirma que é inocente e nunca cometeu irregularidades. O político criticou a “especutacularização” em torno de sua prisão realizada pelos agentes. Para ele, o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, é um dos responsáveis por isso.

Michel Temer foi acusado pelos procuradores de liderar uma organização criminosa que já atuava há 40 anos. Os crimes teriam sido diversos, envolvendo corrupção e lavagem de dinheiro. O Ministério Público do Rio de Janeiro afirmou que o grupo liderado pelo emedebista teria desviado mais de R$ 1,8 bilhões dos cofres públicos.

De acordo com os investigadores, os criminosos autuaram na construção da usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro, onde teriam praticado crime de cartel, corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes á licitações.

Espetacularização

Temer ficou por quatro dias presos e acabou conseguindo um habeas corpus do desembargador Antonio Ivan Athié, do tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Após sair da cadeia, ele criticou os procuradores pelo suposto “espetáculo” que fizeram em torno de sua prisão. Para Temer, isso só aconteceu devido Sérgio Moro já ter agido da mesma forma na prisão do ex-presidete Lula.

O emedebista disse que não precisavam parar ele na rua para prendê-lo, bastava uma notificação e ele iria até a delegacia. Em síntese, os agentes federais interceptaram o carro dele. Em seguida, o levaram para a cadeia. Além do ex-presidente, haviam sido presos também o ex-ministro Moreira Franco e o Coronel Lima.

Segundo informações, a ex-primeira-dama, Marcela Temer, teria ficado chocada com a prisão do marido. Ela repudiou a ação dos agentes. Por ordens do juiz Marcelo Bretas, também foram apreendidos computadores e itens pessoais da ex-primeira-dama. Ela pediu a devolução de tudo.

 

 

Editor e redator do Brasil no Ato

Nasceu em 06 de julho de 1980.

Graduado em Administração de Empresas pela FSA (Fundação Santo André-SP).

Juliano é colaborador do site Blasting News e Blasting Pop e formado em SEO pelo Senac.

 

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