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STF realiza buscas e apreensão em casa de general

STF ordena PF a fazer buscas e general é um dos alvos

Por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a Polícia Federal (PF) realizou buscas em dez endereços de supostos alvos que estariam difundindo notícias fake news. As notícias seriam contra membros da mais alta Corte do país. Nesta terça-feira (16), agentes federais entraram em ação para vasculhar essas residências e buscarem provas de atos irregulares cometidos pelos suspeitos. Dentre as buscas, está a residência do general Paulo Chagas, grande crítico do Supremo e defensor dos trabalhos do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro.

A PF suspeita que mensagens divulgadas pelo general da reserva estariam criando ódio contra os ministros da Corte. Além disso, conforme a matéria, o general estaria apoiando o fechamento do STF. No entanto, pelo Twitter, Paulo Chagas ironizou a ação da PF e o mandado ordenado por Moraes.

O general escreveu que os agentes apareceram em sua casa com mandados de busca e apreensão. Contudo, ele não estava na residência para recebê-los. O general, com ar de ironia, disse que foi uma pena não estar lá, pois era uma honra a visita da PF em sua casa. “Lamentei estar fora de Brasília e não poder recebê-los pessoalmente”.

Inquérito contra fake news

No mês de março, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, ordenou a abertura de inquérito contra notícias fraudulentas. O ministro estava receoso diante de denuncias caluniosas e ameaças de todo o tipo contra colegas de tribunal. Segundo o ministro, muitas notícias eram ofensas contra os familiares dos magistrados.

Entretanto, há muitos questionamentos sobre esses fatos. Uma reportagem do site Jovem Pan citou a censura que ocorreu contra a revista Crusoé. A revista foi obrigada a tirar do ar uma reportagem com menções a Dias Toffoli em um e-mail antigo do ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht. Um dos delatores teria dito que Toffoli era o ministro citado como “amigo do amigo do meu pai”, sendo o “amigo do pai” o ex-presidente Lula.

Os diretores da revista dizem que apenas divulgaram algo que está nas investigações da Operação Lato. Para muitos jornalistas, a ação da Corte contra a revista Crusoé, é um tipo de censura a atividade jornalística. Em suma, a liberdade de expressão ganhou ênfase nos últimos dias. Um sinal de alerta é ligado e envolve a ação do STF contra sites de notícias. Por outro lado, a Corte demonstra que busca apenas o combate às fake news.

 

Editor e redator do Brasil no Ato

Nasceu em 06 de julho de 1980.

Graduado em Administração de Empresas pela FSA (Fundação Santo André-SP).

Juliano é colaborador do site Blasting News e Blasting Pop e formado em SEO pelo Senac.

 

e-mail: julianocari@hotmail.com

Telefone: (11) 9 7506 4202

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