Presidente da Venezuela faz ‘forte ameaça’ aos EUA

A guerra de “palavras” entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e o presidente propenso a implementar uma “ditadura” na Venezuela, Nicolás Maduro. parece mesmo estar se afastando da retórica diplomática. Nesta segunda-feira (14), Maduro convocou seu Exército para realizar exercícios militares.  A medida foi tomada após Trump afirmar que não descartaria ações militares contra o país sul-americano.  As palavras de Trump  foram um sinal de que os EUA não irão tolerar mais a dramática situação do povo  venezuelano.

A forte crise que se abateu sobre o país vizinho ao Brasil, já resultou em mais de uma centena de mortes, em conflitos quase diários entre a população e o regime de Maduro. Problemas gravíssimos, como a fome e a violência são uma “constante” na Venezuela. Além disso, a perseguição política bolivariana contra opositores e a criação da Assembleia Constituinte bolivariana, agravaram ainda mais a situação.

Ameaça externa

Em um ato chamado de “Fora da América Latina, Trump”,  Nicolás Maduro afirmou que dará início a treinamento militares nos dias 26 e 27 de agosto.  A ação será implementada pelo “Exército Soberania Bolivariana 2017”. Maduro disse ainda que a Venezuela “não poderia ser ameaçada por ser um país de paz”. Maduro fez questão de agradecer a países que demonstraram apoio, condenando o ato de Trump.

Entretanto, a situação “caótica” do país vizinho, chegou a um ponto de extrema “tensão”. A população sofre diariamente com a “ditadura”. Muitos venezuelanos abandonaram suas casas e atravessaram as fronteiras de Brasil e Colombia.  Todos em busca de melhores condições de vida.  Fogem da violência e da fome.  Trump deu sinais de que não vai mais tolerar a situação.

E demonstrou  a “coragem” de um presidente, que tem o poder de fazer algo para que a Venezuela se livre da “ditadura”. Vale ressaltar que uma eventual ação militar americana, deverá contar com o apoio das nações latinas. Está em “jogo”, as vidas de milhões de pessoas e o Brasil como maior país latino americano, em extensão territorial e em população, deve se posicionar. Ou jamais será considerado um líder regional.

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